O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School (HBS) Robert Kaplan e David Norton, em 1992 e o seu surgimento está relacionado com as limitações dos sistemas tradicionais de avaliação de desempenho. Deste então, a BSC se consolidou como uma importante ferramenta de gestão estratégica abrangendo quatro perspectivas: financeira, mercadológica, processos internos e aprendizado & inovação.

Seguindo os conceitos básicos do BSC tradicional da Harvard, a BIRD GEI desenvolveu o primeiro BSC-i – Balanced Scorecard para Idiomas – do mercado brasileiro. O BSC-i é uma métrica de avaliação da evolução no aprendizado através de indicadores, metas, resultados e ROI, os quais definem a proposta de valor da organização.

Evolução não necessariamente significa alcançar metas.
Em um diagnóstico de proficiência linguística a avaliação da evolução costuma ser linear, o progresso é medido de ponto X a ponto Y, e a escala normalmente utilizada é a nomenclatura ou banda. Se, por exemplo, na primeira avaliação ou mapeamento, o aluno é diagnosticado como sendo do início do nível intermediário (Banda B2 do CEFR – Common European Framework of Reference) e na segunda, no final do mesmo nível, teve progresso? Sim. De quantos pontos? Sem uma métrica é impossível dizer. O progresso foi satisfatório? O investimento gerou um ROI positivo? Sem um BSC-i é impossível dizer.

Na BIRD GEI tanto a escala como as metas e, portanto, a evolução, são medidos em pontos percentuais. O nosso relatório mostra se houve ou não evolução e se essa evolução atingiu a meta, tudo em pontos percentuais.

O BSC-i da BIRD GEI tem quatro perspectivas:

Trata-se um instrumento eficaz para o alinhamento, comunicação e gestão do investimento em idiomas a todos os stakeholders. Porém, esses benefícios só são possíveis quando se tem indicadores selecionados para os objetivos estratégicos que garantam o alcance da visão de futuro por meio da execução. Um grande diferencial do BSC-i é sua simplicidade, uma ferramenta abrangente e que pode gerar economia de escala ao eliminar controles muitas vezes onerosos, que não geram retorno e sem perder o foco no resultado.

Uma política de incentivos vinculada à estratégia facilita sua execução e permite ao patrocinador adotar as melhores práticas e promover o intercâmbio de informações de forma que os próprios stakeholders possam transformar o conhecimento em aprendizado, e o aprendizado em decisões qualitativas.

favicon_2 ROI – RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO
Calcular o ROI tem sido uma ferramenta valiosa há longo tempo – não se trata de mais uma tendência de gerenciamento. Um século atrás, o ROI foi a ferramenta emergente para colocar um valor sobre o retorno dos investimentos de capital e em 1920 a Harvard Business Review proclamou o ROI como ferramenta para medir os resultados. Sim, e possível avaliar o ROI dos investimentos em idiomas com precisão.

De acordo com Jack J. Phillips e Patricia Pulliam Phillips, autores do livro Show Me the Money: How to Determine ROI in People Projects, and Programs: “nos últimos anos a aplicação do conceito foi expandida para todos os tipos de investimentos, incluindo o investimento em capital humano. Isso reflete a crescente demanda por evidência de retornos positivos no investimento nas pessoas e em programas de RH. Dados críticos de avaliação são cada vez mais necessários e medir o ROI pode ser uma ferramenta valiosa para informar o impacto do trabalho do RH na organização“. Para um processo de ROI ser viável ele deve equilibrar muitos aspectos tais como viabilidade, simplicidade, credibilidade e solidez; e é justamente essa a proposta do BSC-i da BIRD GEI.