Investir em idiomas é simples. Gerir esse investimento é outra história.
Investir em idiomas dentro das empresas nunca foi tão acessível. Plataformas digitais, escolas corporativas, professores in company, apps — as opções são inúmeras.
Ainda assim, os resultados continuam inconsistentes.
Nos últimos anos, temos observado um padrão recorrente em programas corporativos:
o problema raramente é o inglês.
O verdadeiro desafio está na ausência de diagnóstico claro, indicadores objetivos e governança estruturada.
Governança linguística significa:
- clareza de responsabilidades
- critérios de elegibilidade
- políticas de progressão
- padronização de avaliação
- integração com RH e estratégia
Quando inexistente, o programa se torna descentralizado, emocional e vulnerável a cortes orçamentários.
O verdadeiro risco não é investir. É investir sem critério.
Empresas continuam investindo em idiomas, mas poucas conseguem responder com segurança:
- Quanto evoluímos?
- Onde estamos agora?
- Qual é nosso gap real?
- O investimento está gerando impacto mensurável?
Sem essas respostas, o inglês deixa de ser vantagem competitiva.
Programas de idiomas exigem gestão técnica
Gestão linguística corporativa não é sobre aulas. É sobre:
- diagnóstico estruturado
- métricas comparáveis
- rastreabilidade
- governança
Quando esses elementos existem, o idioma deixa de ser custo e passa a ser ativo estratégico.
Se sua organização deseja compreender o nível real de proficiência linguística e estruturar critérios objetivos para tomada de decisão, é fundamental começar pelo diagnóstico correto.
Entre em contato para entender como estruturar uma base técnica sólida antes de investir em novos programas.






