Quando cheguei à Inglaterra com doze anos, eu achava que “sabia” inglês.
Havia feito cursos intensivos na Suíça, minha residência anterior. Conhecia os tempos verbais, meus conhecimentos iam além do verbo to be e the book is on the table. Entendia o professor e conseguia me fazer entender, embora com certa dificuldade. Enfim, tinha um nível. No papel, estava preparado.
Na cidade de Wilmslow, norte da Inglaterra, fui matriculado em uma escola pública. No primeiro dia de aula, antes mesmo do intervalo, a ficha caiu. Eu não entendia nada do que os colegas e professores diziam. Nos intervalos, era gozação de todos os lados.
O nível que eu tinha não dizia nada sobre o que eu conseguia fazer na prática.
Aprendi o inglês na marra e em tempo recorde depois disso, pois era uma questão de sobrevivência, não havia alternativa. O problema é que o diagnóstico real chegou no pior momento possível: primeiro dia de aula, sem aviso.
Cinquenta anos depois, esse continua sendo o diagnóstico mais comum no mundo corporativo.
Profissionais chegam a reuniões internacionais, processos seletivos e negociações com um nível declarado no currículo. B2. Intermediário avançado. Fluente. E descobrem, na hora que importa, que o rótulo não preparou ninguém para aquele momento específico.
O problema não é falta de estudo. É falta de clareza sobre o que o nível realmente significa na prática, para aquele cargo, naquele contexto, naquela demanda real de comunicação.
Foi para resolver isso que criamos o BIRD ProCheck Individual.
Não é um teste genérico. Não é uma certificação. É um diagnóstico técnico que mapeia onde você realmente está nas quatro habilidades do idioma, com critérios objetivos e orientação sobre o que faz sentido desenvolver a partir daí.
Para que o diagnóstico real não chegue no pior momento.
Conheça o BIRD ProCheck Individual: https://birdgei.com/bird-procheck-individual/