“Tsk” The Unwritten Rules of Languages

We had been living in Istanbul for a short time when my mother decided to visit Hagia Sophia. A block from home there was a taxi stand. We walked over, she opened the door and we all got in. She stated the destination clearly: “Hagia Sophia, lütfen.” She even used the right word in Turkish… Read More

“Tsk” As Regras Não Escritas dos Idiomas

Morávamos em Istanbul há pouco tempo quando minha mãe decidiu nos levar para conhecer a Hagia Sophia. A um quarteirão de casa havia um ponto de táxi. Ela se aproximou, abriu a porta e entramos. Disse claramente o destino: “Hagia Sophia, lütfen.” Até usou a palavra certa em turco para “por favor.” O motorista se… Read More

O que olhos azuis têm a ver com gestão de idiomas?

Estava no elevador de um hotel em Londres com minha mãe quando a porta quase fechou e uma mão apareceu. Entrou um casal de brasileiros em lua de mel, discutindo. Ele a acusava de traição com um amigo. Quando perceberam nossa presença, ela disse baixinho: “fala baixo, eles estão olhando, estão entendendo tudo.” Ele nos… Read More

O custo humano e profissional do isolamento linguístico

Durante meses, minha mãe não disse uma palavra para a camareira do hotel. Todas as manhãs ela batia na porta, pedia licença em inglês para arrumar o quarto. Minha mãe acenava com a cabeça. A camareira tentava conversar. Minha mãe não respondia. Nenhuma palavra, por quatro meses seguidos. Não porque não soubesse nada de inglês.… Read More

Terceirizaram a execução. Mas quem ficou com a responsabilidade pelo resultado?

Eu tinha uns treze anos quando levei nosso cachorro, Walker, para passear num parque perto de casa em Basiléia, Suíça. Ele parou na entrada e fez as necessidades no lugar errado. Do nada apareceu um policial e começou a falar comigo em alemão. Eu disse, em inglês, que não falava alemão. Ele trocou para o… Read More

They outsourced the execution. But who kept responsibility for the results?

I was about thirteen when I took our dog, Walker, for a walk in a park near our home in Basel, Switzerland. He stopped at the entrance and did his business in the wrong place. Out of nowhere, a police officer appeared and started speaking to me in German. I said, in English, that I… Read More

The book is on the table. E daí?

Quando cheguei à Inglaterra com doze anos, eu achava que “sabia” inglês. Havia feito cursos intensivos na Suíça, minha residência anterior. Conhecia os tempos verbais, meus conhecimentos iam além do verbo to be e the book is on the table. Entendia o professor e conseguia me fazer entender, embora com certa dificuldade. Enfim, tinha um… Read More